Corinthians enfrenta crise de pênaltis com erros de Memphis e Yuri

Revista PLACAR

A recente derrota do Corinthians para o Palmeiras no Dérbi por 1 a 0 evidenciou um problema persistente no clube paulista: a dificuldade em converter cobranças de pênalti. O erro do atacante Memphis Depay no primeiro tempo da partida, que poderia ter mudado o rumo do clássico, reacende o debate sobre a eficiência alvinegra na marca da cal. Este cenário de desperdício não é isolado, mas sim um padrão que vem acompanhando o Timão desde a temporada anterior, gerando preocupação entre a torcida e a comissão técnica, impactando diretamente os resultados.

A recorrência dos erros: um problema de longa data

Casos emblemáticos na temporada de 2025

O desempenho do Corinthians em cobranças de pênalti tem sido uma montanha-russa de emoções. Embora a equipe tenha mostrado resiliência, como na semifinal da Copa do Brasil de 2025, onde o goleiro Hugo Souza foi decisivo, a inconstância na marca da cal tem sido notável. Em 2025, a questão quase se transformou em uma crise generalizada no Parque São Jorge. Em maio, pelo Campeonato Brasileiro, Memphis Depay tentou uma ‘cavadinha’ contra o Mirassol, mas viu o goleiro Walter defender. Meses depois, em setembro, foi a vez de Yuri Alberto repetir a tentativa de ‘cavadinha’ em um confronto contra o Flamengo, sendo parado pelo arqueiro argentino Rossi. Esses episódios destacam uma tendência preocupante de escolhas arriscadas e pouca efetividade nas cobranças.

A persistência do problema em 2026

Estatísticas preocupantes e o impacto nos resultados

A dificuldade do Corinthians em converter pênaltis persistiu e se intensificou na temporada de 2026. A chance desperdiçada por Memphis Depay no Dérbi contra o Palmeiras não foi um incidente isolado neste ano. Anteriormente, no clássico contra o Santos, Yuri Alberto também desperdiçou sua cobrança, chutando para fora. Análises estatísticas revelam um cenário alarmante: das últimas 11 cobranças de pênalti, o Timão errou seis, o que representa um aproveitamento inferior a 50%. No final de 2025, a equipe havia fechado o ano com cinco pênaltis convertidos e quatro erros (com Romero, Memphis e Yuri Alberto, que errou duas vezes). Essa baixa taxa de sucesso na bola parada impacta diretamente os resultados dos jogos, especialmente em confrontos decisivos onde cada gol faz a diferença e pode alterar o destino da equipe em competições.

Conclusão

A crise dos pênaltis perdidos pelo Corinthians se solidifica como um dos desafios mais prementes para o clube. O padrão de erros, que se estende de Memphis Depay a Yuri Alberto, em momentos cruciais, demonstra a necessidade de uma intervenção urgente. Seja através de treinamentos específicos ou de uma mudança na mentalidade dos cobradores, a equipe alvinegra precisa aprimorar sua performance na marca da cal para evitar que pontos valiosos e a moral do time sejam comprometidos em competições futuras. A eficiência em lances de bola parada, como os pênaltis, é fundamental no futebol moderno e o Timão não pode mais se dar ao luxo de negligenciar essa área, buscando soluções eficazes para reverter esse cenário preocupante.

FAQ

Por que o Corinthians tem dificuldades em converter pênaltis? A dificuldade parece ser uma combinação de fatores, incluindo escolhas de batida (como as “cavidinhas” de Memphis e Yuri Alberto que falharam), a pressão dos jogos decisivos e, possivelmente, a falta de treinamento específico ou de um cobrador mais consistente.

Quais jogadores do Corinthians mais perderam pênaltis recentemente? Nos casos mencionados, Memphis Depay e Yuri Alberto são os principais nomes associados aos pênaltis perdidos. Yuri Alberto, inclusive, cometeu o erro duas vezes em 2025 e novamente em 2026. Romero também foi mencionado com um erro em 2025.

Qual o impacto dos pênaltis perdidos nos resultados do Corinthians? Os pênaltis perdidos impactam diretamente os resultados, como demonstrado na derrota por 1 a 0 no Dérbi. Em jogos apertados, um gol de pênalti pode significar pontos cruciais no campeonato ou a classificação em competições eliminatórias. A baixa efetividade gera frustração e coloca mais pressão sobre a equipe.

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Fonte: https://placar.com

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