O goleiro Andrew, revelado nas categorias de base do Botafogo, viveu um reencontro com o passado marcado por vaias intensas da torcida alvinegra durante o clássico contra o Flamengo. Em sua primeira partida como adversário no Engenhão, o arqueiro rubro-negro não se intimidou com a recepção hostil e minimizou o episódio, encarando-o como uma parte inerente do universo do futebol. O jogador também abordou os questionamentos sobre os gols sofridos nas últimas partidas, incluindo o do Botafogo, buscando analisar sua performance e as exigências do esquema tático do Flamengo em campo.
Reação às vaias e o passado botafoguense
A gratidão e o novo capítulo
Andrew, que atuou no Botafogo de 2011 a 2021, não demonstrou abalo com as vaias da torcida adversária. O goleiro classificou a situação como ‘normal do jogo’, comparando-a aos aplausos recebidos pelos fãs do Flamengo. Apesar da recepção, ele fez questão de expressar sua gratidão ao clube alvinegro por sua formação, mas ressaltou que aquela fase de sua carreira foi encerrada. Atualmente, Andrew está focado em sua trajetória no Flamengo, onde se diz ‘muito feliz’ e motivado a contribuir cada vez mais, especialmente por ser o time do coração de seus falecidos pais e de grande parte de sua família. O atleta manifestou satisfação em reencontrar funcionários com quem trabalhou por uma década, mas enfatizou que seu objetivo agora é escrever uma nova história no Rubro-Negro.
Análise dos gols sofridos e o estilo de jogo
A autoavaliação após os lances
Apesar das duas vitórias consecutivas do Flamengo com Andrew no gol — contra Sampaio Corrêa e Botafogo — o goleiro foi alvo de críticas por parte da torcida devido aos gols sofridos. Contra o Sampaio Corrêa, o lance indicou um posicionamento mais adiantado, enquanto no clássico contra o Botafogo, ele levou um gol de cobertura após uma cabeçada de Barboza. Andrew admitiu que ‘é sempre chato sofrer um gol’ e afirmou que precisa rever os lances para identificar pontos de melhoria, considerando essa análise uma ‘obrigação diária’. Ele contextualizou sua posição em campo, explicando que o esquema de jogo do Flamengo exige que o goleiro atue adiantado, contribuindo com a saída de bola e mantendo a solidez da equipe. O goleiro reforçou que a equipe segue seu plano de jogo de ‘jogar alto’ e que sua contribuição tem sido positiva dentro dessa filosofia.
Planejamento para disputas de pênaltis
Trabalho em equipe e confiança na vitória
Andrew também comentou sobre uma situação peculiar que poderia ter ocorrido: uma possível disputa de pênaltis. Com Rossi, um especialista em cobranças, no banco, levantou-se a questão sobre uma possível substituição nos minutos finais caso o jogo terminasse empatado. No entanto, o Flamengo garantiu a vitória por 2 a 1 com um gol de Pulgar no final, eliminando a necessidade da troca. Andrew explicou que o planejamento para pênaltis é um trabalho conjunto, envolvendo a equipe de análise e os treinadores de goleiro. Ele revelou que, apesar da preparação, em momento algum cogitaram a disputa por entenderem que a equipe tinha capacidade para vencer nos 90 minutos, o que de fato aconteceu.
Perguntas frequentes (FAQ)
Como Andrew reagiu às vaias da torcida do Botafogo? Andrew minimizou as vaias, considerando-as parte normal do jogo, e manteve o foco em sua atuação pelo Flamengo.
Andrew se considera culpado pelos gols sofridos? Ele reconheceu que é sempre frustrante sofrer gols e prometeu rever os lances para analisar e aprimorar seu desempenho.
Havia plano de substituição de Andrew em caso de pênaltis? Sim, o planejamento é feito em conjunto pela comissão técnica, mas a equipe tinha confiança de vencer no tempo normal, o que evitou a necessidade da troca.
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Fonte: https://colunadofla.com